10 de nov. de 2008

Mais modelos para passar mal.

Não vou nem falar muito:


Saca só os modelos, alguns de velhos conhecidos, outros nem tanto:

Ikaruga / Silpheed / Radiant Silvergun (1) (2) (3) / Philosoma (1) (2) (3)

Mais informações neste site (em japonês). Pelo que eu entendi, é uma competição de miniaturas ou algo do tipo, mas devo estar errado. Ao que parece, os modelos não são comerciais e devem ser peças únicas. Se algum visitante deste blog fala japonês e puder nos ajudar, ficaria agradecido.

8 de nov. de 2008

Flash Game: Dogfight 2

Às vezes os jogos em flash impressionam pela qualidade e diversão. Dogfight 2** é um deles*. O jogo, praticamente um filhote de Wings of Fury, é extremamente viciante e conta com missões simples, porém, cheias de combos, objetivos e inimigos pentelhos que dão um trabalho danado. Confira só quando tiver tempo livre! Cheguei até a oitava fase sem grandes problemas, mas depois tomei um cacete dos aviões. Uma dica: Esqueça que as bombas são ar-terra e use-as par acertar inimigos no ar. Tirar um Ace do seu pé desse jeito é a melhor coisa. Ainda é possível fazer loops ofensivos e defensivos, usar as nuvens para se esconder e dar rasantes para atingir alvos no solo. É, sem dúvida, um dos melhores jogos em flash que eu já vi.

Há remakes de Wings of Fury para PC. Um tradicional, bem parecido com o jogo original, outro em 3D, que parece bem bacana e outro em flash. Mesmo não sendo exatamente um shmup tradicional, vale uma conferida. Joguei muito este jogo nos tempos do Amiga, merecia uma versão decente para PC, ainda mais hoje que qualquer máquina simples faz 3D com facilidade.

*Contribuição do Mol, leitor assíduo deste blog e crítico dos quadrinhos.

**UPDADE - 5/9/2018: O link para o jogo estava quebrado, já foi corrigido!

Invaders, a série #16

O que seria do mundo sem as aspirinas?

7 de nov. de 2008

Lançamento: Ketsui (Nintendo DS) - Cave

Não se trata exatamente de uma novidade, mas a Cave, grande nome dos shmups, tem sem mostrado "alive and kicking" na cena ultimamente. Além de ter agitado vários títulos para os consoles next-gen (embora tenha ficado só no agito, o que é uma pena) lançou Ketsui  (pela Arika) para Nintendo DS, console que tem pouquíssimos shooters decentes (Contra e Nanostray 1 e 2 são os únicos me vem à mente). Nunca vi o jogo por aí, em arcades ou emuladores, mas este vídeo promocional mostra que vem coisa boa por aí. Justo agora que eu não tenho mais um DS...

4 de nov. de 2008

Thunderforce VI (PS2), Sega 2008

Vou começar este review dizendo que, diferente da maioria, eu não criei grandes expectativas sobre Thunderforce VI. É uma série boa, joguei muito, mas foi o tipo de coisa que, para mim, ficou no Mega Drive. Sim, Thunderforce V é um jogão, tanto para PSX como para Saturn (a versão de Saturn é um pouco melhor, embora as duas sejam bem parecidas), mas não ganhou tanto destaque na época pois já haviam jogos de peso no mercado, para a mesma geração, que acabaram por ofuscá-lo um bocado, como Raystorm, Gradius Gaiden, Terra Diver, Battle Garegga, Radiant Silvergun e R-Type Delta.

É óbvio que eu fiquei feliz por saber que sairia mais um Thunderforce, que já era esperado para Dreamcast (e não sei não se este é o jogo que iria sair para o último console da Sega!). Claro que lançar um jogo para PS2 em pleno fim de 2008, com uma geração seguinte totalmente instalada e operacional, é algo que parece meio absurdo... mas, enfim, estamos falando da Sega, que é uma empresa que não é muito chegada à lógica. Aliás, uma pena que a Technosoft tenha passado a franquia para as outros. Não vou criticar aleatoriamente os jogos lançados pela Sega, sei que ela teve um passado excelente e que está devendo bons jogos ao mercado ultimamente (vide Golden Axe - Beast Rider, Yakuza 2 e Iron Man, que são fraquinhos). Infelizmente não posso dizer que com Thunderforce VI eles "limparam o bom nome da empresa". O jogo tem algumas boas sacadas, mas não passa de um shmup mediano, curto, e que não deve impressionar ninguém além dos fanboys da série.

A tradicional fase do mar, que existe desde TF III, com direito a serpente marinha e tudo.

O jogo conta com um sistema onde você mata os inimigos e absorve bolinhas de energia que eles deixam. Estas bolinhas enchem os seis slots de over weapon que ficam embaixo da tela. A over weapon é uma versão "super tuchão" de uma de suas armas normais, ou seja, o tiro pra trás fica mais forte, ou o tiro homing, ou o wave, por um certo tempo, enquanto a barrinha de over weapon durar ativa. É possível ativar até três níveis de over weapon ao mesmo tempo, causando um estrago enorme e detonando até os bosses mais chatos em pouquissimo tempo. As armas estão um pouco diferentes do normal, algumas mais fracas, outras mais fortes.

Range Gun, presente desde TF V. Era mais forte, mas, também, o jogo era mais difícil...

As fases são irremediavelmente curtas. O jogo, como um todo, é curto demais. Dá a impressão que a equipe de produção foi paga para fazer uma demo, aí adaptaram a demo para virar um jogo completo e era isso. Dá para acabar sem muito esforço em uma hora, senão menos. A ação continua rápida e furiosa, ponto alto da série, e o jogo todo acompanha o estilo dos Thunderforce anteriores, mas, infelizmente, não posso dizer que este jogo satisfaça as necessidades de ninguém. Em termos de cinema, imagine que você está esperando por um filme épico de três horas e a produtora te dá um quase-épico em curta-metragem. É essa a sensação.

Tudo culpa do Halls Extra-Forte!

Uma coisa que eu estranhei foi o fato de não se perder as armas quando a nave é destruída. Nos jogos anteriores, a nave começa com dois tiros básicos e pode ganhar ate mais três. Todas as armas estão presentes na primeira nave que você pega no começo do jogo, e elas não somem quando você morre. No entanto, ao acabar o jogo três vezes (o que não é nada difícil e nem demora), você abre as outras duas naves dos Thunderforce anteriores. Com a Rynex, nave original da série, a jogabilidade volta ao normal (fazendo você perder as armas), inclusive as armas originais voltam à cena, exatamente como em Thunderforce III e IV. A terceira nave (Sirynx) é um híbrido entre a nave do jogo novo e dos antigos, mas também não perde as armas.

Vamos, então, aos números de Thunderforce VI:

Gráficos: 7.5

O jogo é bem-acabado. Tem efeitos de luzes e texturas boas, os inimigos são criativos e os cenários também. Há um problema sério quando a câmera muda de ângulo em pleno vôo, estragando totalmente a orientação do jogador e surgem slowdowns em toda grande explosão. Fora isso, o gráfico não apresenta problemas. Está bonito, moderno, melhor em alguns pontos, pior em outros, mas digno do PS2.

Som: 7.5

Thunderforce sempre teve uma trilha sonora excelente, e este aqui não foi exceção. Não está tão boa quanto os anteriores, mas não faz feio. Gostei muito das versões de guitarra das trilhas dos jogos anteriores, que aparecem na fase 5, no duelo contra as outras Vasteel. As músicase os efeitos estão compatíveis com o esperado. Bem-feitas, tudo no devido lugar, seguindo o padrão de sempre.

Desafio: 2

Thunderforce é altamente recomendado para quem é extremamente RUIM em shmups. Os inimigos só conseguem te matar quando te pegam de surpresa (tipo quando você entra pela primeira vez em uma fase). Os padrões de balas são previsíveis, as massas de inimigos são fáceis de serem detonadas e os chefes são uma piada. Com duas ou três cargas de over weapon qualquer um morre rapidinho, mesmo o Orn Emperor, o último chefe, que por sinal é mais fácil que alguns anteriores. Nos modos mais difíceis a quantidade de balas na tela aumenta, mas só isso. Como eu disse acima, é para acabar com um pé nas costas ou ideal para tentar jogar quando estiver meio bêbado.

Diversão: 4.5

Bonito, mas fácil e curto. Thunderforce VI é um belo "aquecimento" para quem está acostumado aos shmups tradicionais. Nem a história de terminar três vezes para abrir as outras naves cria um bom replayability, pois o jogo se esgota rapidamente. Não que não seja legal jogar essas três vezes, digamos, "em nome dos velhos tempos"... mas, sinceramente, podiam ter feito algo muito melhor. O jogo não é ruim como um todo. Só é muito menos do que qualquer um esperava. E olha que eu nem esperava muito...

Overall: 5.5

A melhor maneira de definir Thunderforce VI é como legalzinho. Não é ruim, é bem-acabado, mas era um projeto promissor que acabou virando um jogo curto, fácil e que se esgota rapidamente. Ideal para os "casual gamers" que estão na moda. Quem sabe se for lançado para o Wii venha a fazer algum sucesso: Não exige nada dos gráficos e o Wii é a casa dos casual games hoje em dia. Afinal, até uma criança de 5 anos, que é o público-alvo do console, consegue tranquilamente acabar Thunderforce VI.

- Pontos interessantes:

- Saiu Broken Thunder para PC, feito por fãs e que conseguiu me impressionar mais que TF VI.

- Por acaso eu acabei de ler "O Lobo das Planícies", de Conn Iggulden, romance histórico que conta a história de Genghis Kahn. Consequentemente, fiz alguma pesquisa sobre alguns fatos do livro e me deparei com a escrita dos mongóis. Por acaso, quando os chefes de TF VI aparecem, o nome deles aparece escrito em mongol, do lado direito da tela. Não entendi o porquê disso. Seriam os Orn (os vilões do jogo) "mongóis do espaço"? Ou será que foi só coisa que algum "mongol" da Sega colocou lá, à toa?

3 de nov. de 2008

Invaders no Orkut

Fiz uma comunidade no Orkut para as webcomics, afim de concentrar em um ponto as opiniões, críticas, sugestões e para juntar a galera que curte essas e outras tirinhas online. Quem quiser entrar lá, segue o link (que também está alí do lado).

Tem também a comunidade sobre Shmups no orkut, que não é necessariamente para os reviews do blog, mas que vem sendo recentemente revitalizada e o povo está começando a comentar lá novamente. Eu "herdei" ela recentemente e estou tentando agitar as coisas por lá. Sejam todos bem vindos a ambas!

2 de nov. de 2008

Physics Invaders

O que aconteceria se o nosso velho-e-bom (mais velho do que bom) Space Invaders tivesse física? Alguns malucos da Neko Games criaram o Physics Invaders, que pode ser jogado direto do navegador. Nesta versão do jogo, tudo ricocheteia, tudo colide e formam-se pilhas de invaders mortos no chão, que precisam ser empurradas para dentro dos buracos do canto da tela, senão o jogador fica ilhado. Vale umas boas risadas!