25 de jun. de 2011

Xenon II - Megablast no CDTV



Um dúvida de 22 anos resolvida: Xenon II no Amiga CDTV seria um port tosco da versão em floppy disks, um caso clássico de shovelware?


Felizmente, uma boa alma colocou uma captura do jogo no youtube:




Que port lindo! Não só colocaram a música em redbook audio CD, mas são mixes inéditos (para mim, pelo menos) de Bomb The Bass na trilha sonora, com músicas diferentes para cada fase, efeitos sonoros, vozes digitalidas para o vendedor alien na loja de armas, um desbunde. O jogo ainda inclui acesso direto à trilha sonora, informações sobre a banda e o mesmo final horroroso da versão em disquete.


22 anos depois, dúvida resolvida, posso dormir em paz agora.

E viva o XBR!

Enfim, de volta pela enésima vez.

Enfrentei recentemente o problema que assola 90% das pessoas do mundo: Falta de tempo e de dinheiro.

Não tinha tempo para jogar nada e nem dinheiro para comprar os jogos. Somado à isso, veio a falta de disposição para ficar procurando jogos em promoção, causadas por encomendas que foram violadas no correio, fora a ausência de novidades interessantes ao meu alcance. Não me animo a jogar no PC e o Mame já não é tão interessante quanto antigamente.

Eis que, finalmente, consegui um XBR. E o que seria isso? É um Xbox 360 devidamente piranhado, arreganhado, escancarado, com a NAND dumpada via J-TAG e trocada por outra hackeada, que roda código não-assinado... mas tudo isso feito com muita classe por mestre Gilson Bootmaker para rodar tudo que der vontade: Jogos oringinais, homebrews, emuladores, XBLAs, etc, etc. Isso resolveu o problema da falta de dinheiro, e, de quebra, me colocou de cara para as novidades que estão sendo lançadas, visto que para PS3 a coisa está de mal à pior.

Já comecei a jogar o Child of Eden, que é uma sensacional continuação de REZ, mas não joguei o suficiente para postar um review decente. Também brinquei um pouco com o Yar's Revenge novo, que nada tem à ver com o clássico (fora o nome), e com o DeathSmiles, que é sensacional.

Logo mais, por aqui, novidades para iPhone, Xbox, PC e até Mame. :)

1 de out. de 2010

Gradius Arc e a decepção geral

Gradius. Sinônimo de shmup.

Menos na cabeça de uma empresa. Uma tal de Konami que, infelizmente, é a criadora da série. A mesma Konami que esqueceu como se faz Gradius, afinal, lá em 2004 lançou o último episódio da série pela Treasure.

Depois de seis longos anos de espera, os fãs encontram na internet o nome "Gradius Arc" sendo registrado pela Konami. Isso seria o possível anúncio de um novo game da série. Confirmou-se, no dia de ontem, que Gradius Arc seria realmente lançado. A Konami já estaria trabalhando no jogo e, inclusive, forneceu algumas imagens...



... de um jogo de estratégia em turnos, para celulares, baseado na série Gradius.

A única notícia boa nesta história toda é: Até agora, até onde pude notar, a indignação foi geral. Basta olhar os fóruns, o twitter, outros blogs, etc. O mundo realmente precisa de mais um jogo de estratégia em turnos para celular? O mundo não queria mais um velho e bom Gradius, como sempre conhecemos?

O que há de errado com vocês, hein, Konami? Precisam assumir de forma tão aberta que não sabem mais fazer o que vocês mesmos criaram?

Francamente, em plena ascenção dos jogos por download e com a popularização dos shmups pelas redes, (vide Dodonpachi, o relançamento de Radiant Silvergun e vários outros jogos), porque não fazer uma versão de Gradius em HD, para quem gosta do gênero, como manda a receita?

Depois dessa, sou obrigado a me juntar ao grupo dos que dizem: "A Konami morreu, só esqueceram de enterrar".


15 de set. de 2010

Radiant Silvergun (finalmente) vai sair para Xbox 360!

Sim, agora é sério. Pode comemorar! Vai sair mesmo para Xbox 360!


Nada como a Tokyo Game Show para desengavetar estas boas notícias. Faltou o anúncio do tão esperado novo Gradius, mas ainda não foi desta vez. Cá entre nós, que coisa linda que ficou esse remake, hein? Antes tarde do que jamais! Mais uma foto aqui do lançamento! Refizeram os gráficos, as texturas, as cutscenes, mas mantiveram a jogabilidade. Nada mal, Treasure. Nada mal mesmo!

Ainda não acredita? Então veja isto!



O mais engraçado é que, agora, muita gente vai dizer: -"Nossa, finalmente lançaram a tão esperada continuação de Ikaruga!"

Prismatic Solid (XNA)

Dei de cara com esse shmup, que parece ter ganho um concurso de indie gaming da Microsoft no Japão. Nada mal! Não entendi direito o que os satélites fazem ao redor da nave, mas parece bem bacana.

O jogo tem um visual "Playstation 1 em HD" do tipo que é impossível não gostar.



Estou doido para por as minhas mãos nisso...

31 de ago. de 2010

Setembro será um grande mês!

Em bem poucas palavras: Space Invaders Infinity Gene, o mais criativo shump lançado nos últimos anos, finalmente sairá para Xbox Live e Playstation Network.


Pronto, te fiz economizar o dinheiro de um iPhone. Lembre-se de mim no próximo Natal :)

24 de ago. de 2010

DoDonpachi Resurrection (iPhone) - Jogado em um iPad!

Belo vídeo do Dodonpachi jogado em um iPad. Minhas impressões:

1) Achei a música bem ruim. Parece trilha sonora do Sailormoon.

2) Os chefes são personagens gigantes de King of Fighters que viram naves?

3) Ainda bem que usaram o sistema de controle por distância relativa. Seria impossível controlar a nave direito sem ele.

Conclusão:

Não estou bem certo sobre este jogo.

15 de ago. de 2010

Razor 2 - Hidden Skies (PC/Steam)

A Amazônia não resistiu! Por causa das incessantes agressões causadas pelo homen, ela transformou-se em um deserto. Várias superpotências resolveram, então, invadir o descampado ao norte da América do Sul, comprando briga com nada mais, nada menos que o Brasil! Seguindo a tradição nipônica, mandamos apenas uma nave e eles que se cuidem! Afinal, se o avião foi invetado por um brasileiro, porque não a nave espacial que enfrenta esquadrilhas inteiras de inimigos? Estamos falando de Razor 2 - Hidden Skies, um shmup brasileiro, que, sem dúvida, vale a sua atenção.

A "rosquinha gigante assassina"! Mais um elemento clássico que nunca envelhece!

Antes de mais nada, devo elogiar a iniciativa da Invent4, empresa brasileira de games, que em tempos de Starcraft 2, Red Dead Revolver e Call of Duty, provou que não é demais se preocupar em lançar bons jogos, mesmo sem todo o aparato e a superprodução envolvida com os títulos citados. Ainda mais louvável, sem dúvida alguma, é a iniciativa de lançar um shmup! Isso contraria muitas das "lendas" atuais que percorrem o jornalismo de games (protagonizado quase que exclusivamente por incompetentes de 18 anos que só sabem traduzir e republicar matérias, ou montar textos usando retalhos estrangeiros encontrados pelo google). Tais "jornalistas" adoram descrever os shmups como um "gênero morto" ou "em plena decadência", o que não poderia ser mais longe da verdade. A prova disto são bons shmups que estão sendo lançados por empresas como Capcom, Konami, Cave, para iPhone, por empresas novas no mercado, por iniciantes, fora a enorme produção de shmups independentes, lançados por entusiastas e amadores, já que as empresas ainda tratam tal gênero como "atrasado" e "pouco inovador".

Pausa para desabafo pessoal: Na humilde opinião deste que vos escreve, inovação nem sempre é a solução. Quando se trata de jogos, diversão é primordial. Seja com fórmulas novas ou antigas. A missão do jogo é entreter, logo, dane-se quem só se preocupa em inovar.

Enfim, nem sei como começar a descrever o quão feliz eu fiquei ao saber que Razor 2 havia saído de fato. Não só por ser fã de shmups, nem só por ser brasileiro, nem, ainda, por isto contrariar tudo o que se lê por aí nas pífias "mídias especializadas". Mas por tudo isso, e pelo fato de que o jogo é, em muitos aspectos, uma grata surpresa.

Gráficos: 8.0

O visual de Razor 2 é fortemente influenciado por Ikaruga, o que não é, de forma alguma, um defeito, e a mecânica do jogo e o design das fases me lembrou outro clássico, ainda mais antigo (este, exclusivo para Super Nintendo): Axelay, principalmente na primeira fase. Se você tiver uma boa placa de vídeo, vai poder ligar todas as opções sem perder performance, o que é sensacional. As texturas, as sombras, o design de inimigos, tudo foi muito bem-feito e não deve nada aos shmups importados da atualidade. Tive a chance de jogar Razor 2 em uma tela realmente grande (27") e foi uma experiência e tanto! Daria um excelente Arcade, se fosse possível colocar em um shopping! Não gostei de alguns glitches apenas e do design meio minimalista de alguns inimigos, mas no geral, o game é muito bonito.


"Tunando" a nave. Só faltou os adesivos e os neons. :)

Som: 8.0

Eu estava esperando algo como uma batida eletrônica ou um hard-rock 80's (do tipo que tocaria de fundo em um filme como Top Gun ou Águia de Fogo), mas me surpreenderam de novo. A trilha do jogo é orquestrada! Ponto para a originalidade dos criadores. Foi algo que eu nunca havia visto e achei que combinou bem com a composição final. Há alguns momentos em que senti falta de algo menos "denso" que a música do jogo, outros em que achei ela meio parada demais, mas não há como negar que inovaram e acertaram.

Desafio: 6.0

Como veterano dos shmups, não achei Razor 2 difícil. Há uma estratégia em combinar armas e observar os inimigos, muitos dos quais são meio previsíveis. O laser que persegue foi o que eu mais gostei, apesar de notar que as outras armas também produzem efeitos interessantes na jogabilidade. Adorei juntar as moedas para comprar todas as armas e ver o que elas faziam. Os chefes podiam ser mais difíceis e as fases poderiam ter um design mais agressivo (o cenário atacar mais e não depender apenas dos inimigos). Enfim, não creio que um jogador casual que tenha um pouco de paciência não termine o jogo em poucas partidas. Mas, de forma alguma, é um desafio para os veteranos.

Diversão: 7.0

Joguei Razor 2 até o fim e, confesso, gostei de fazê-lo. Não achei o jogo perfeito, mas, estou levando em consideração que é o primeiro lançamento da Invent4. Muitos elementos tradicionais estão lá e fazem seu papel. Outros, no entanto, poderiam ser muito mais bem-explorados. Gostei da loja e da customização de armas, que só havia visto em Axelay e em outros poucos shmups como Xenon 2 e Sylpheed.

Mísseis constam no kit de sobrevivência básico de QUALQUER shmup.

Nota: 7.5

Gostei bastante de Razor 2. Porém, apesar do trabalho final ser muito competente, acho que Razor 2 poderia ser muito mais do que é. Como profissional de TI, entendo perfeitamente todas as dificuldades que existem ao finalizar um projeto deste, ainda mais aqui no Brasil. Acho que o fato que atrapalhou o meu julgamento é que eu me vi feliz demais e orgulhoso demais por ver um shmup brasileiro sendo lançado internacionalmente. Acho que isso afetou minha expectativa, que acabou sendo alta demais. Gostaria de ver um Razor 2 mais ousado, mais dinâmico, mais rápido. A equipe da Invent4 mostrou que é competente e que sabe fazer shmups. Basta saber o quanto estão dispostos a ousar agora.

Ok, a linha que muitos estão esperando: Sim, vale muito a compra! O preço na Steam é mais do que justo pela qualidade do jogo! Recomendado para fãs de shmups e iniciantes, que se divertirão da mesma forma.

Observações:

- Jogar no teclado não foi muito divertido. Será que sai um patch pra joystick no futuro?
- Porque será que o jogo se chama Razor "2"? Há um Razor "1"?
- Este é mais um jogo que eu adoraria ver nas redes de jogos por demanda dos consoles atuais (XBLA e PSN), fazendo frente aos shmups patéticos e ridículos que as empresas estrangeiras tem disponibilizado lá. Quem acompanha a cena sabe do que eu estou falando. Mesmo quando há grandes empresas produzindo, nós estamos muito mal servidos e Razor 2 poderia muito bem resolver este problema (além do que o público japonês ia adorar!).
- Também seria muito bom se houvesse uma versão para Mac, já que a Steam abriu as portas para a plataforma da Apple também. Ou, quem sabe, uma versão para iPhone?

10 de ago. de 2010

Ace Combat: Assault Horizon (PS3 e Xbox 360)

Algumas pessoas não concordam que Ace Combat seja um shmup.

Ora, simulador é que não é!

Simulador, até onde eu sei, tenta transmitir a sensação de realidade de pilotagem. Ace Combat não tem compromisso algum com o realismo, principalmente se considerarmos que o avião carrega muito mais armamento que qualquer aeronave já projetada. Isso sem falar nos aviões "conceito", que usam tecnologia ainda não inventada. Fora que se você configurar a câmera para observar o avião pelo lado de fora, é pouco mais que um Afterburner.

Mas, enfim, não é este o ponto da discussão. Se você vem até este blog, provavelmente vai gosta de Ace Combat e outros "shmups de pilotagem nada realística". Este post é justamente para comemorar o lançamento de mais um episódio na série: Ace Combat - Assault Horizon, que sairá para PS3 e Xbox 360 (ou seja, não é mais um título exclusivo do console da Microsoft).

A grande novidade é que o jogo permitirá a pilotagem de helicópteros. O trailer está sensacional, dêem uma olhada!

9 de ago. de 2010

DoDonpachi Resurrection (iPhone) - Primeiro vídeo

Oh, boy! Oh, boy!!!

...

O que escrever? Fico até sem palavras! Um dos meus jogos favoritos vai ser portado para iPhone, usando a interface de distância relativa (do Space Invaders Infinity Gene, ou seja, controles decentes!) e cheio de extras fantásticos. Assistam ao vídeo e vocês vão entender o porquê da minha alegria.


Repararam no super-ultra-mega tiro? Aquele que toma metade do campo de visão? Que coisa tosca e fantástica?

Já sei o que escrever: Porque eu não tenho um iPhone 3GS? Não vai rodar no meu 3G mesmo...